Entradas desde Março 2008
Após a TVI, a PT também pediu à ANACOM esclarecimentos sobre alguns pontos dos concursos da TV digital. Entre as dúvidas estão:
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Em relação à reserva de capacidade de rede e distribuição, nos multiplexers B a F, para a difusão de actividades de âmbito educativo e cultural, o concorrente deverá apresentar qual a capacidade reservada para essas finalidades ou deverá já apresentar propostas de serviços de programas televisivos? Qual o valor mínimo de reserva de capacidade para essas finalidades? Quais são os critério de selecção das entidades/programas beneficiárias da capacidade reservada?
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É correcto o entendimento de que o objecto social do concorrente deve incluir a oferta de redes ou serviços de comunicações electrónicas?
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Quais são os requisitos para a emissão de garantia bancária ou seguro-caução? (O valor da caução é de 750 mil euros)
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Como se deve proceder na identificação da titularidade do capital social de uma empresa, caso ela seja cotada em bolsa?
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Sendo imposto aos concorrentes que disponibilizem recepção portátil interior, no mínimo, nos centros históricos, quais são esses tais centros?
Há ainda outras dúvidas técnicas, dúvidas sobre procedimentos burocráticos e sobre a elaboração do plano económico e financeiro.
Quem quiser, pode ler os pedidos de esclarecimentos da PT:
Pedido de esclarecimento da PT (Multiplexer A). (774 Kb)
Pedido de esclarecimento da PT (Multiplexers B a F). (860 Kb)
Categorias: ANACOM · Concurso TDT · PT
A empresa anunciou que tem tecnologia para utilizar o chamado “espaço em branco” das faixas hertzianas, que é um espaço do espectro que não é licenciado porque considera-se que o seu uso para telecomunicações causa interferências nos televisores e microfones.
O Google anunciou que teria como resolver esse problema de interferência e utilizaria o espaço em branco para transmissões de Internet em banda larga.
Resta agora saber quais serão as decisões da Federal Communications Commission (FCC) dos Estados Unidos, que é o regulador norte-americano de telecomunicações.
A notícia foi publicada em jornais do mundo todo. Li no Estadão.
Categorias: Google
O Office of Communications do Reino Unido (Ofcom) disponibilizou em seu site alguns esclarecimentos sobre a TV digital terrestre britânica. São três documentos que explicam as seguintes questões:
1 – Why will some people receive more digital TV channels than others?
2 – How are the terrestrial TV coverage predictions worked out?
3 – What will the coverage of the public service TV multiplexes be after switchover?
As respectivas respostas estão nos Pdfs abaixo:
Ofcom fact sheet on coverage No. 1 [pdf]
Ofcom fact sheet on coverage No. 2 [pdf]
Ofcom fact sheet on coverage No. 3 [pdf]
Categorias: Ofcom · TV Digital Reino Unido
Concedi uma
entrevista ao Jornal de Notícias, sobre o processo de implementação da TV digital terrestre em Portugal, que foi publicada neste domingo. O trabalho do jornal sempre foi irretocável, no entanto, acredito que desta vez houve equívocos em relação a algumas das minhas respostas, que acabaram por ser modificadas e publicadas de forma incorrecta. Quero rectificar as informações e acrescentar outras, para que não pairem dúvidas aos leitores:
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Ao contrário do que foi publicado, os descodificadores para a TV digital terrestre serão vendidos livremente pelo mercado. O que será definido por concurso público e atribuído a uma única empresa, ou consórcio, são os serviços de difusão televisiva e a licença de operador de distribuição, relativos aos Multiplexers B, C, D, E e F.
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TV portátil não é sinónimo de TV móvel. A portabilidade é uma das características da TV digital móvel, que poderá ser acessada por meio dos aparelhos telemóveis ou quaisquer outros aparelhos que disponham de tecnologia para receber os sinais do DVB-H, que é o standard definido pela Comissão Europeia para esse tipo de emissão.
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Em Portugal, cerca de metade da população assiste TV por assinatura, seja por cabo, satélite ou IPTV. A TDT influenciará, sobretudo, a outra metade da população, que não paga para ver televisão. A nova plataforma oferecerá, além da TV livre, um serviço de TV digital terrestre paga, que poderá ter preços mais atractivos do que os que são oferecidos pelas empresas de TV por subscrição que estão no mercado hoje.
Actualização: Tive um feedback do Jornal de Notícias, o que demonstra o profissionalismo dos jornalistas que lá trabalham. Garantiram-me que houve um lapso de edição e que publicarão uma rectificação.
Categorias: TV digital
Os interessados em participar dos concursos para a TDT portuguesa podem pedir esclarecimentos à ANACOM Até o dia 2 de Abril, 15 dias antes do encerramento do prazo para a entrega das candidaturas, que termina no dia 23 de Abril.
Até o momento apenas a TVI pediu que a ANACOM esclarecesse alguns pontos dos concursos. Entre as dúvidas estão:
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Não poderá haver uma transmissão em simultâneo dos serviços de Standard-definition television (SDTV) e High-definition television (HDTV)? Ou seja, no período de exibição dos programas que serão emitidos em HDTV, com o intuito de testar a tecnologia, conforme contempla o regulamento do concurso, as emissões em SDTV terão que ser suspensas?
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O switch-off analógico será gradual? Caso seja, o plano do apagão gradual será definido pelo operador de TDT ou pelo regulador?
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A TVI faz ainda questionamentos sobre o plano económico-financeiro, a pontuação que será aferida aos concorrentes, à recepção portátil nos Centros Históricos, e ao plano técnico.
Quem quiser saber mais detalhes, pode baixar o arquivo com o pedido de esclarecimento feito pela TVI:
Pedido de esclarecimento da TVI – Televisão Independente, S.A.
Categorias: ANACOM · Concurso TDT · TVI
A comissão Europeia decidiu, no dia 17 de Fevereiro, acrescentar a norma Digital Video Broadcasting Handheld (DVB-H) à lista de normas da União Europeia. É um grande passo no sentido de criar um mercado único para a televisão móvel, já que o standard DVB-H foi desenvolvido para esse tipo de transmissão. Com isso, as pessoas poderão assitir à TV digital móvel através de seus aparelhos estando em qualquer país da Europa ou mesmo em deslocamento.
Estudos apontam que a televisão móvel pode criar um mercado mundial de 20 mil milhões de euros até 2015. Na Europa, esse mercado deve atingir aproximadamente 68.7 milhões de pessoas até 2011.
A norma DVB-H está actualmente na fase de ensaio ou na de lançamento comercial em 16 países. Em Itália, estão já disponíveis serviços comerciais DVB-H e ainda este ano ano devem ser lançados serviços comerciais na Finlândia, Áustria, França, Suíça e Espanha.
A Comissão considera que 2008 é um ano crucial para a adopção da televisão móvel na UE devido aos importantes eventos desportivos que terão lugar este ano, como o Campeonato Europeu de Futebol e os Jogos Olímpicos, que oferecem uma oportunidade única para sensibilizar os consumidores para a adopção de novos serviços.
Em Portugal, no entanto, ainda levaremos tempo até termos essa tecnologia de TV digital móvel à nossa disposição, pois o país ainda está no primeiro passo da TDT, cujas emissões poderão, se calhar, começar no fim deste ano. Mas, em relação ao DVB-H, os concursos que foram lançados pouco mencionam a tecnologia. A TV móvel seria um segundo e importante passo na implementação da TV digital portuguesa e já deveria começar a ser discutida amplamente.
Contexto:
Em Julho de 2007, a Comissão propôs uma estratégia para promover a televisão móvel em toda a Europa (ver IP/07/1118, MEMO/07/298). Essa estratégia previa a utilização da norma aberta DVB-H – desenvolvida pela indústria europeia, em parte com o apoio de fundos comunitários à investigação – como norma comum para a televisão móvel terrestre em toda a Europa. O Conselho de Ministros das Telecomunicações aprovou a estratégia da Comissão Europeia para a televisão móvel em Novembro de 2007 (ver IP/07/1815).
Para mais detalhes:
MEMO/07/298 / SPEECH/08/144
Obs: As informações são do site da União Europeia.
Categorias: DVB-H · TV digital móvel
Informação interessante publicada no Jornal de Negócios (mas com um pequeno erro, pois a AirPlusTV é sueca e não finlandesa):
“O grupo finlandês AirPlus TV e a holding espanhola Abertis estão em conversações com empresas portuguesas para a criação de consórcios concorrentes ao concurso de gestão da plataforma de TDT em Portugal.
‘Estamos a analisar esse dossier, mas ainda não temos nenhuma decisão sobre a participação no concurso. De qualquer forma, o nosso interesse situa-se apenas na gestão das plataformas de canais pagos’, explica Fernando Ojeda, CEO da AirPlus TV Espanha.”
Categorias: Abertis Telecom · Air Plus TV · Concurso TDT
A União Europeia está a financiar um projecto de investigação, que envolve um consórcio formado por 21 parceiros, com o objectivo de desenvolver uma plataforma open source de televisão na Internet, através da tecnologia Peer to Peer (P2P). Serão investidos 19 milhões de euros. A ideia é criar um sistema de distribuição de TV digital via Internet pela plataforma Tribler, que possibilita o compartilhamento de áudio, vídeos e outros arquivos, entre os usuário online.
Categorias: P2P
O Jornal de Notícias acompanhou a audição dos representantes das actuais emissoras da TV aberta portuguesa, que foram à Assembléia da República falar sobre o novo canal que será lançado a partir da entrada da TV digital terrestre.
Segundo apurou o Jornal:
“Com mais ou menos veemência, os representantes dos três operadores de televisão em sinal aberto confirmaram ontem, na Assembleia da República, que a entrada de um quinto canal no panorama audiovisual luso vai obrigar todos a reformular, para pior, os respectivos modelos de funcionamento, por causa da divisão do bolo publicitário.”
Leia aqui a reportagem completa.
Categorias: TDT
Tive a oportunidade de dar uma longa entrevista ao jornal Diário do Minho. A jornalista Luisa Ribeiro fez uma vasta reportagem, de três páginas, onde foi possível falar sobre alguns pormenores do processo de implementação da TV digital terrestre em Portugal. Disponibilizo os arquivos para download (em pdf).
TDT1.pdf TDT2.pdf TDT3.pdf

Categorias: TV digital
A audição foi pedida pelo grupo parlamentar do CDS/PP. Portanto, hoje, às 15h, vão à Comissão de Ética, Sociedade e Cultura, o presidente da RTP, Guilherme Costa; o presidente da Impresa, dona da SIC, Francisco Pinto Balsemão; e o administrador da Media Capital, detentora da TVI, Manuel Polanco. Eles vão dar opinião sobre o quinto canal em sinal aberto, anunciado pelo governo para 2009, no âmbito das mudanças trazidas pela TV digital terrestre.
Por sugestão do PS, também serão ouvidos, em data a ser definida, os principais concorrentes ao novo canal: Controlinveste e Cofina.
A acompanhar.
Categorias: TDT
A interactividade, um dos serviços mais esperados pelos telespectadores na TV digital terrestre, além de ser limitada nessa plataforma, não tem um modelo definido nos concursos lançados pela Anacom e pelo Governo.
São as empresas candidatas que devem dizer os serviços interactivos que poderão ser oferecidos. Segundo especificam os cadernos de encargos dos cuncursos, é obrigação dos concorrentes:
“Especificar o conjunto de infra-estruturas que pretendem implementar para permitir o estabelecimento de ligações de dados, ponto-a-ponto (ou ponto-multiponto), entre os servidores de aplicações interactivas e cada um dos equipamentos de recepção. Os concorrentes devem, para o efeito, apresentar descrição da rede a implementar (…). Devem ainda indicar com detalhe quais as soluções que pretendem utilizar.”
Categorias: Concurso TDT · Interactividade
O Público trouxe mais um capítulo da briga entre a PT e a Sonaecom. Segundo o jornal:
“O lançamento do concurso da televisão digital terrestre (TDT) veio abrir uma nova frente na “luta” entre a Sonaecom e a Portugal Telecom (PT), depois de a operadora incumbente ter rejeitado dar formalmente à empresa presidida por Ângelo Paupério condições de acesso à sua rede de transmissão do sinal televisivo (TDP).
O administrador executivo da Sonaecom (proprietária do PÚBLICO), Luís Reis, explicou que a empresa pediu no ano passado à PT que lhe facultasse “as condições económicas de acesso à rede” para a elaboração de um plano de negócio no âmbito do concurso da TDT. “Perante a recusa da PT, enviámos uma carta à Anacom a dar conta do nosso pedido e da resposta deles e a pedir ao regulador que interviesse”, disse Luís Reis em declarações ao PÚBLICO.”
Leia aqui a reportagem completa.
Categorias: PT · Sonaecom
Foram definidos critérios que servirão como referência para que sejam escolhidas as empresas vencedoras dos concursos da TDT.
No concurso relativo ao Multiplexer A, os critérios são os seguintes:
Critério a) (38 %) — Contribuição para a rápida massificação da televisão digital terrestre e desenvolvimento da Sociedade da Informação;
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Subcritério a1 (33 %) — Contribuição para a rápida massificação da TDT e desenvolvimento da Sociedade da Informação, ao nível da infra -estrutura.
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Subcritério a2 (50 %) — Contribuição para a rápida massificação da TDT, ao nível da sua promoção
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Subcritério a3 (17 %) — Preço médio anual de disponibilização do serviço por Mbit/s nos primeiros 10 anos
Critério b) (15 %) — Adopção de soluções tecnologicamente inovadoras e promoção da interoperabilidade;
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Subcritério b1 (9 %) — Adopção de formatos de compressão
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Subcritério b2 (41 %) — Disponibilidade de EPG e outros serviços interactivos
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Subcritério b3 (21 %) — Flexibilidade das técnicas de actualização de software dos equipamentos de recepção
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Subcritério b4 (29 %) — Interoperabilidade ao nível do equipamento de recepção
Critério c) (33 %) — Qualidade do plano técnico;
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Subcritério c1 (13 %) — Projecto e topologia da Rede apresentada, bem como dos equipamentos da Rede
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Subcritério c2 (30 %) — Centro de difusão digital a implementar
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Subcritério c3 (9 %) — Solução a implementar para a rede de transporte e a sua adequação às características da rede de difusão.
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Subcritério c4 (48 %) — Rede de difusão a implementar e respectivas infra -estruturas.
Critério d) (14 %) — Qualidade do plano económico -financeiro
No concurso relativo aos Multiplexers B a F, os critérios são:
Critério a1 (36 %) — Contribuição para a rápida massificação da televisão digital terrestre e promoção da concorrência:
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Subcritério a1.1 (38 %) — Contribuição para a rápida massificação da televisão digital terrestre (TDT) ao nível da infra -estrutura (por Multiplexer);
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Subcritério a1.2 (62 %) — Contribuição para a rápida massificação da TDT e promoção da concorrência ao nível dos serviços;
Critério a2 (22 %) — Adopção de soluções tecnologicamente inovadoras, promoção da interoperabilidade e contributo para o desenvolvimento da sociedade da informação:
a3 (33 %) — Qualidade do plano técnico, incluindo a adopção de tecnologias, designadamente ao nível de equipamentos de recepção, que possibilitem o acesso das pessoas com necessidades especiais:
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Subcritério a3.1 (12 %) — Qualidade do desenho e topologia da rede apresentada, bem como dos equipamentos de rede;
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Subcritério a3.2 (18 %) — Qualidade do centro de difusão digital a implementar;
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Subcritério a3.3 (8 %) — Qualidade da solução a implementar para a rede de transporte e a sua adequação às características da rede de difusão;
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Subcritério a3.4 (36 %) — Qualidade da rede de difusão a implementar, com especial relevância para a configuração da mesma e respectivas infra -estruturas;
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Subcritério a3.5 (22 %) — Flexibilidade e abrangência da disponibilização dos módulos de acesso condicional e descrição do respectivo sistema;
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Subcritério a3.6 (4 %) — Disponibilidade de equipamentos de recepção que possibilitem o acesso à emissão de televisão por parte de pessoas com necessidades especiais;
Critério a4 (9 %) — Qualidade do plano económico–financeiro:
Critério b1 (60 %) — Qualificação da oferta televisiva:
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Subcritério b1.1 (70 %) — Diversidade da composição da oferta de serviços de programas, atentos os fins legais da actividade de televisão e a obrigação do operador de distribuição consagrada no n.º 2 do artigo 9.º da Lei n.º 27/2007, de 30 de Julho;
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Subcritério b1.2 (10 %) — Oferta de serviços de programas televisivos regionais ou disponibilização de capacidade de rede e de distribuição para essa tipologia de serviços de programas;
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Subcritério b1.3 (10 %) — Oferta de serviços de programas de matriz educativa ou cultural ou capacidade de rede e de distribuição para essa tipologia de serviços de programas;
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Subcritério b1.4 (10 %) — Oferta de conteúdos em alta definição;
Critério b2 (20 %) — Oferta de serviços de programas que contribuam para a produção de obras europeias;
Critério b3 (20 %) — Oferta de serviços de programas com relevante difusão de obras criativas de produção originária em língua portuguesa.
Categorias: Concurso TDT
A deliberação foi publicada no dia 27 de Fevereiro. São três nomes que vão avaliar as candidaturas para os concursos da TV digital terrestre. Confira:
Presidente:
Carlos Eduardo do Rego da Costa Salema – Presidente do Instituto das Telecomunicações e Professor Catedrático na Faculdade de Engenharia da Universidade Católica Portuguesa.
Vogais efectivos:
Alberto João Couraceiro de Castro – Professor de Economia na Universidade Católica do Porto. Foi vice-presidente do conselho geral da EDP.
Pierre Antoine Lavoix - Especialista francês que foi director de qualidade da estação francesa TF1, acompanhou a mudança do analógico na rádio e na indústria discográfica e está actualmente a acompanhar a implementação do digital no cinema em França.
Categorias: Concurso TDT