Lançado plano para o switch-off em Portugal

A Anacom já colocou sob consulta pública o plano que elaborou para desligar o sinal televisivo analógico no País.

O switch-off está previsto para ocorrer em três fases:

  1. Janeiro de 2012: Litoral do País, com abrangência de 40% do território nacional e 70% da população.
  2. Março de 2012: Açores e Madeira, que correspondem a 5% da população.
  3. Abril de 2012: Demais regiões, abrangendo 25% da população.

A consulta pública vai até o dia 18 de Maio e os interessados devem enviar seus comentários para o email consulta.plano-switch-off@anacom.pt.

O Projecto detalhado de cessação das emissões analógicas terrestres, que está sob consulta, pode ser lido aqui (em pdf).

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3 responses to “Lançado plano para o switch-off em Portugal

  1. Tem um erro neste artigo de maneira a que dá a entender que a implementação do plano é para 100 anos depois nos Açores e Madeira.

  2. Obrigado pelo alerta Flávio. Já está corrigido.

    Um abraço.

  3. Este plano parece uma brincadeira.

    Falta o principal: Não há até ao momento uma única divulgação (tal como é obrigatório – ver título de atribuição de frequências) da penetração da TDT no mercado. Não é a cobertura que interessa, é a penetração no mercado.

    Não houve até ao momento o mais pequeno esforço para fomentar a adesão da população ao Serviço TDT, tal como é também obrigatório nas condições do concurso ganho pela PT.

    Mesmo a cobertura é muito inferior ao que a PT afirma. Casos de ecos conheço eu muitos, onde em vez de uma recepção analógica com fantasmas (onde mesmo assim se vê), temos pixelalização frequente e que impossibilita a recepção. Mais: a atenuação no canal 67 de UHF é enorme, e muitas antenas, colectivas e individuais não estão preparadas.

    Mais de 50% do trabalho de implantação da TDT não está feito. Em Espanha foi criada uma organização – Impulsa TDT – para acompanhar a migração, divulgar estatísticas mensais dos prédios, urbanizações e residências que passavam a estar preparados para a recepção. Nunca por nunca foi falado APENAS em cobertura. Esse era o menor dos problemas, e facilmente solúvel pela empresa Abertis Telecom.

    Para terminar, queria referir uma ENORME contradição deste des-governo e desta entidate (des)reguladora. Como é que foi aceite a revogação das 5 frequências (MUXs) adicionais que a PT tinha obrigação de colocar no nar, com base na “crise” económica e na alteração de condições…. e agora que temos:
    – Crise ainda mais profunda, com aumento de impostos
    – Radical alteração de circunstâncias, com a ausência de 5º canal que estava previsto e ausência do canal HD que continua a preto.

    … e agora que temos o que descrevi acima, como é que isto não é suficiente para mudar algo na TDT ou no plano original de switch off?

    Algo de muito errado vai neste país. Por mim, enquanto a TDT tiver apenas os 4 canais, podem ficar com ela. Mas recusar-me-ei terminantemente a assinar qualquer produto PAGO para ver televisão.

    Se não tiver alternativa gratuita, de qualidade como os demais cidadãos europeus, deixarei pura e simplesmente de ver TV portuguesa e com 70€ usarei antena parabólica para ver Euronews em Português e tantos outros canais internacionais de qualidade.

    E gratuitos.

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