Assembleia da República realiza colóquio sobre a TDT nesta terça-feira. Será aberto ao público.

Nesta terça-feira, a  Comissão de Ética, Cidadania e Comunicação da Assembleia da República promoverá um colóquio sobre a TDT, a ser realizado na Sala do Senado.

A convite do presidente da Comissão, Deputado Mendes Bota (PSD) estarei presente, junto com outros dois intervenientes.

Portanto, os convidados são:

  • Sergio Denicoli, professor da Universidade do Minho
  • Eduardo Cardadeiro, diretor da Anacom.
  • António Pedro Vasconcelos, realizador.

O colóquio será realizado nos seguintes termos:

  • 17h30 – Intervenção dos três oradores convidados (15 min cada intervenção)
  • 18h15 – Debate
  • 19h00 – Resposta e comentários dos oradores convidados (10 min cada orador)
  • 19h30 – Intervenções dos Grupos Parlamentares (5 min cada GP)
  • 19H55 – Encerramento do colóquio pelo presidente da Comissão de Ética, Cidadania e Comunicação.

9 responses to “Assembleia da República realiza colóquio sobre a TDT nesta terça-feira. Será aberto ao público.

  1. Vai ser acessível ao público em geral? Em que termos?

  2. A sessão de amanhã vai ser transmitida em direto na ARTV:
    “17:30
    Comissão para a Ética, a Cidadania e a Comunicação
    Colóquio
    Televisão Digital Terrestre
    DIRETO”.

  3. O evento será aberto ao público.

  4. Como não tenho possibilidade de me deslocar a Lx, vou colocar a box da zon a gravar o canal AR, para ver mais tarde.

  5. Gostava de saber o comentário do Sr. Cardadeiro sobre aos custos que as pessoas que apenas recebem TDT por satélite têm para fazer a migração com 4, 5 ou 6 TV em cada casa. É o meu caso, e não vou fazer migração nem tenho e nem terei TV paga.

  6. Parabéns pelo debate Sérgio

    Grande tareia deste nesse sujeitinho da ANACOM.

    Um abraço

  7. O que mais me desilude no meio de tudo é que no fim isto, não serviu para NADA, assim como qualquer coisa/acto efectuado em prol do cidadão.
    Ao invés de se juntarem e defenderem e servir os cidadãos, sacodem o capote e andam com as desculpas do não fomos culpados, e quem governa agora é que é o culpado, quando as decisões foram tomadas num governo de maioria absoluta que não levava em conta qualquer proposta que fosse de outros partidos.

    Este cantinho da Europa, é o PARAÍSO para ladrões, vigaristas e burlões.

  8. Grande debate, o Sérgio colocou bem o dedo na ferida. Aproveito para dizer que a repetição do programa vai ser às 02:00 na AR TV.

    Parabéns por exercer o verdadeiro SERVIÇO PÚBLICO.

  9. Cometi o erro de fazer perguntas, que, uma vez mais, não tiveram resposta. Já devia ter percebido que, quando não dão resposta às reclamações escritas que recebem, dificilmente darão os esclarecimentos a que se furtaram até agora. Refiro-me, obviamente à ANACOM.
    No geral, gostei das intervenções, mas lamento a ausência dos representantes das televisões portuguesas. Seria importante para perceber melhor porque só temos 4 canais na TDT quando TODOS pagamos (e bem) a RTP.

    Acima de tudo, ainda não vi ninguém dizer o essencial: como o próprio administrador da ANACOM reconheceu, o espectro é público. Como tal, TODOS NÓS cedemos esse espectro (para o 4G, entre outros serviços). O Estado já arrecadou uma boa receita com a venda das licenças 4G. No entanto, o que recebemos em troca, para além de uma evolução nula em serviço (os mesmos canais, quando muito, com a mesma qualidade – A ANACOM ainda não justificou a afirmação recorrente do suposto aumento de qualidade de imagem da TDT), custos acrescidos POR TELEVISOR para nenhum beneficio, e, mais grave, uma cobertura reduzida em relação à analógica (apesar da posição oficial de que a cobertura é de 100%). Como se não bastasse, quem não tem opção para além da receção via satélite (o célebre DTH ou Direct To Home), sujeita-se ainda a ter que adquirir equipamento proprietário, porque, ao contrário do que acontece noutros países, as emissões dos canais que se recebem em claro pela via terrestre, estão cifrados via satélite, exigindo um sistema de cifra específico e o cartão do operador (meo) que, neste caso, se encontra pareado ao recetor: 2 limitações que não fazem o menor sentido quando falamos em meios complementares de receção da TDT. A opção da codificação MPEG4 também só faria sentido se houvesse um número de canais que o justificasse. Mais uma vez, otimiza-se a gestão do espectro, mas à custa do utente, e sem qualquer vantagem para o mesmo (para ter os mesmos 4 canais, não faz sentido a migração para digital, como já toda a gente percebeu).

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